Presidente eleito no último mês de fevereiro, Roberto de Andrade assumiu o Corinthians em complicada situação financeira e vem tentando, aos poucos, recolocar o clube em posição econômica mais cômoda.

 

Uma das providências foi telefonar para o atacante Alexandre Pato, emprestado ao São Paulo, e pedir paciência quanto aos direitos de imagem atrasados.

 

Conforme apurou o ESPN.com.br, assim que assumiu o cargo, o dirigente pegou o telefone e ligou para o jogador para conversar a respeito dos valores devidos, que completam sete meses em março, de acordo com informações vindas de dentro da própria agremiação. No total, são cerca de R$ 2,8 milhões de dívida.

Roberto explicou ao jogador o péssimo momento financeiro do Corinthians e avisou que vai tentar resolver o quanto antes a questão, tranquilizando Pato, que tem contrato com o clube até o fim de 2016. O presidente fez o mesmo com os representantes do jogador: telefonou e explicou que está tentando contornar a situação.

 

Alexandre Pato está emprestado ao São Paulo desde o começo de 2014, quando foi envolvido em uma troca com Jadson. Com contrato até o fim de 2015 no clube tricolor, o jogador vem tentando embalar no Morumbi para se valorizar, voltar à seleção brasileira e ao futebol europeu.

 

Com salário de R$ 800 mil, sendo R$ 300 mil na carteira de trabalho e R$ 500 mil em direitos de imagem, o jogador tem metade de seus vencimentos, R$ 400 mil, pagos pelo São Paulo - q também arca com os encargos trabalhistas da CLT, mais R$ 82,500 -, enquanto o Corinthians banca a outra metade - R$ 400 mil.

 

O time do Parque São Jorge arca com o valor apenas em direitos de imagem, mas vem atrasando os vencimentos do atacante e outros atletas do elenco devido à situação financeira delicada.

 

A prioridade é quitar os cerca de R$ 13 milhões em dívidas com a equipe e o técnico Tite, entre imagem e prêmios, além de aproximadamente R$ 12 milhões de dívidas com empresários, e só depois resolver a situação com Pato.

 

 

 

Fonte: ESPN         /Foto: Getty

O ditado popular "é errando que se aprende" não parece ser muito conhecido no futebol carioca. Um dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro, o Fluminense segue repetindo a mesma receita de fracasso.

 

A demissão de Cristóvão Borges foi a sétima vez nos últimos dez anos em que o técnico que começou seu trabalho nas Laranjeiras no início do ano caiu ainda no Campeonato Carioca. Desde então, a equipe acumula apenas um título estadual.

Não por acaso, quando manteve o treinador durante o Cariocão e também por todo o Campeonato Brasileiro, o Tricolor faturou os dois títulos, em 2012, quando a equipe era comandada por Abel Braga.

 

As outras exceções aconteceram em anos seguintes a conquistas nacionais. Se em 2013 o mesmo Abel ainda colhia os frutos do tetracampeonato, em 2008, Renato Gaúcho resistiu desde o título da Copa do Brasil até o meio do Brasileirão, após a histórica campanha na Libertadores, quando o Flu foi derrotado nos pênaltis na final contra a LDU.

Em apenas uma das sete vezes em que mudou seu treinador, o Fluminense obteve êxito e conquistou títulos na temporada. Em 2010, Cuca caiu após eliminação na Taça Rio, dando lugar a Muricy Ramalho, que levou o clube ao tricampeonato brasileiro naquele ano. Neste ano, também curiosamente, o Flu mudou de treinador só uma vez, fato que se repetiu apenas no ano passado. 

 

Muricy Ramalho, inclusive, foi o único dos sete a pedir demissão. Sua saída, entretanto, já estava praticamente anunciada pelos maus resultados e discordâncias do treinador com a então nova diretoria. Mudanças nos bastidores e principalmente nos poderes que o técnico possuía foram fundamentais, bem como a má campanha na Libertadores e no Carioca. Caso não pedisse demissão, Muricy certamente seria demitido alguns jogos depois.

Os outros grandes cariocas, entretanto, não ficam muito atrás. Em nenhum dos dez últimos anos os quatro clubes mantiveram seus treinadores até o fim do Estadual. O Fluminense, com a demissão de Cristóvão, é o mais "apressadinho". Foi o primeiro dos quatro grandes a demitir o treinador por cinco oportunidades no espaço de tempo referido.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN     /Foto: Google Imagens 

O veterano meia Souza, 36 anos, ex-jogador de São Paulo, Fluminense e Cruzeiro, venceu na última sexta-feira um processo trabalhista contra o Grêmio e vai levar pouco mais de R$ 1 milhão em direitos de arena.

 

Representado pelo advogado João Henrique Chiminazzo, que já trabalhou para o Bom Senso, o atleta reinvidicava diferenças de direito de arena - o 'cachê' que os jogadores recebem por aparecerem na TV (e que não se confunde com os salários e prêmios que recebem) - pelo período que atuou no time de Porto Alegre.

Souza conquistou a vitória em última instância no TST, em Brasília, o que indica que não cabe mais recurso ao departamento jurídico gremista.

 

Curiosamente, o atleta tinha dois contratos com o Grêmio, já que no começo atuou emprestado pelo PSG (FRA) e depois foi comprado em definitivo, mas seus advogados conseguiram provar que os dois documentos representavam um vínculo só.

 

Souza atualmente defende o Passo Fundo e atuou no Grêmio entre 2008 e 2010. Foi campeão gaúcho em seu último ano atuando com a camisa tricolor gaúcha.

 

Ao longo da carreira, o clube em que teve mais destaque foi o São Paulo, onde venceu Campeonato Paulista, Copa Libertadores e Mundial, em 2005, e dois Brasileiros, em 2006 e 2007. Pelo Flu, ainda foi novamente campeão nacional, em 2012.

 

O meia também passou por Botafogo, Libertad (PAR), Guarani, CSA, Portuguesa Santista, Ceará e Passo Fundo.

 

 

 

 

Fonte: ESPN                       /Foto: DIEGO GARCIA/ESPN.COM.BR

Em sorteio realizado na manhã desta sexta-feira na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ficou definido os quatro confrontos das quartas de final da Copa do Nordeste, que serão realizadas nos dias 25 e 29 de março.

 

Para estabelecer as partidas, os oito classificados foram divididos em dois grupos. No pote um ficaram os quatro primeiros colocados com melhor campanha - Vitória, Bahia, Ceará e Sport. No pote dois ficou o Salgueiro, primeiro colocado com pior campanha, mais os três melhores segundos colocados dentre os cinco grupos - Fortaleza, América-RN e Campinense.

 

Atual campeão, o Sport vai encarar o Fortaleza. Já o Ceará terá como adversário o Salgueiro, enquanto que o Bahia enfrenta o Campinense, repetindo um duelo que ocorreu duas vezes na fase de classificação pelo Grupo E (vitória do Bahia por 1 a 0 na Fonte Nova e empate em 1 a 1 no estádio Amigão). Melhor primeiro colocado na fase de grupos, o Vitória terá pela frente o América-RN. As duas equipes também se enfrentaram na primeira fase pelo Grupo A (triunfo dos baianos por 2 a 1 no Barradão e na Arena das Dunas por 3 a 1). Por terem feito melhor campanha, Vitória, Bahia, Ceará e Sport terão o direito de fazer a segunda e decisiva partida em casa.

 

Confira os confrontos das quartas de final da Copa do Nordeste

Dia 25/3

 

Fortaleza x Sport

Campinense x Bahia

Salgueiro x Ceará

América-RN x Vitória

 

Dia 29/3

 

Sport x Fortaleza

Bahia x Campinense

Ceará x Salgueiro

Vitória x América-RN

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN                         /Foto: Viviane Leão/GloboEsporte.com

Vagner Love não foi à rede em nenhuma de suas seis partidas pelo Corinthians, duas delas como titular, mas deixou uma boa impressão em Tite. Crescendo física e tecnicamente, o atacante procurou mostrar serenidade em relação à busca pelo primeiro gol.

"Quero muito fazer, mas estou tranquilo. Acho que vai sair em breve", disse o atleta de 30 anos, que terá novas oportunidades nos próximos dias. Com uma maratona de jogos no Campeonato Paulista, duas equipes totalmente diferentes serão usadas em quatro partidas até o fim do mês.

 

Por enquanto em jejum, Love vem deixando a comissão técnica satisfeita por sua disposição. Visto como esforçado nos treinos, o jogador é elogiado por dar apoio aos companheiros mesmo quando passa os 90 minutos da partida sem sair do banco de reservas.

 

Foi o que aconteceu, por exemplo, na vitória por 2 a 1 sobre o Danubio. De fora, o camisa 29 viu Guerrero - que estava mal até aquele momento - abrir caminho para a vitória. "Queria entrar, claro, mas fiquei muito feliz quando o Guerrero fez o gol e tirou o nosso grito da garganta."

 

Falta Love vibrar com o próprio gol. Quase aconteceu no duelo com o Red Bull, no último domingo. O carioca entrou no intervalo e deu nova força ao Corinthians, errando por pouco dois chutes de pé esquerdo. Ele espera nova oportunidade no domingo, contra o Capivariano.

 

 

 

 

Fonte: ESPN                Foto: Gazeta Press                

A primeira vitória do Cruzeiro na Copa Libertadores esteve longe de empolgar Marcelo Oliveira.

 

Após o placar de 2 a 0 sobre o Mineros de Guayana, na Venezuela, que fez o time celeste chegar à liderança do grupo 3, o técnico criticou o desempenho de seus comandados nesta quinta-feira, em duelo pelo fechamento da terceira rodada da chave.

"Nesses dois anos e pouco que estamos aqui no Cruzeiro, foi a nossa pior partida. Nos preparamos muito bem, todo o trabalho da semana foi visando esta partida. Não sei por que, mas não conseguimos marcar, não conseguimos jogar, passamos muito sufoco. Foi um jogo de kamikaze. Poderíamos fazer o gol no contra-ataque, mas poderíamos levar também", declarou à rádio Itatiaia logo após o apito final.

 

"Com o Charles no segundo tempo, marcamos melhor. Às vezes, quando não pode jogar bem, você precisa ganhar. Três pontos são importantes, mas não se concebe uma atuação tão fraca como hoje", disse o treinador.

 

O triunfo fez o Cruzeiro chegar a cinco pontos e assumir a liderança da chave por ter maior saldo de gols do que o Universitário de Sucre. O Huracán vem logo atrás com três pontos, dois a mais do que o lanterna Mineiros.

 

Além da primeira vitória e da primeira colocação do grupo, o duelo ainda foi especial para os celestes por outro motivo: o time finalmente balançou as redes na Libertadores. Até então, eram dois empates por 0 a 0.

 

Agora, o Cruzeiro voltará a campo no domingo, quando visitará o América-MG no Independência, às 18h30 (de Brasília). Pela Libertadores, o time irá a campo em 8 de abril (quarta-feira), às 21h, para encarar o Mineros de Guayana novamente, só que no Mineirão.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN                 Fonte: Getty 

Eurico Miranda voltou à presidência do Vasco há menos de quatro meses.

 

Desde o dia 2 de dezembro, data de sua posse, a configuração política do futebol carioca mudou. Houve interferências diretas na relação de clubes com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e indiretas do velho cartola até na política interna do arquirrival Flamengo. O Consórcio Maracanã ganhou um desafiador público. O Fluminense, novamente, teve um rival nos bastidores como na década de 90.

 

Na gestão de Roberto Dinamite, o Vasco se posicionava ao lado de Flamengo e Fluminense contra a Ferj e seu presidente, Rubens Lopes. A simples volta de Eurico fez o tabuleiro do futebol carioca balançar. Fiel escudeiro da Federação, Eurico causou um terremoto político ao se agarrar a dois pontos: o lado da torcida vascaína no Maracanã e a cobrança de ingressos mais baratos para o Campeonato Carioca. E atingiu em cheio a dupla Fla-Flu e o Consórcio que gerencia o estádio da final da Copa de 2014.

Rubro-negros e tricolores têm contrato acertado com o Consórcio que gerencia o estádio. A obrigatoriedade de preços mais baixos significaria menos lucro ou prejuízo. Eurico se posicionou ao lado da Ferj e viu a relação dos clubes rivais com a entidade implodir. Trocas de notas oficiais, ameaças de desfiliação, acusações mútuas.

 

De longe, o presidente vascaíno assistiu a tudo. E foi mais incisivo com o Fluminense, ao garantir que não jogaria clássico com o rival se a torcida vascaína não voltasse para o lado direito das cabines de rádio e tv no estádio, como ocorria desde 1950. O Tricolor lembrou de um contrato de exclusividade do setor. O jogo foi realizado no Engenhão, com vitória vascaína.

 

Acuado, o Fluminense respondeu de forma direta, variando entre notas oficiais irônica ou mais agressiva. Agora, a Ferj ameaçou o clube das Laranjeiras de suspensão e cobrou dívida antiga, no valor de R$ 400 mil, não reconhecida pelos tricolores. Em entrevista ao jornal Extra, Peter Siemsen disparou contra Eurico, insinuando que o dirigente poderia estar em busca de vantagem política com a briga sobre o lado do Maracanã. Ex-deputado federal, Eurico, ao seu velho estilo, disparou em nota oficial:

 

"Preciso ressaltar que tenho mais anos de futebol do que ele tem de vida. Não dou o direito a ele de se referir a mim como se estivesse falando com alguém de sua relação".

 

Tiro indireto na política rubro-negra

 

A influência de Eurico Miranda no cenário político carioca não se restringe apenas à Ferj, onde já sentou na cadeira destinada ao presidente, Rubens Lopes, em algumas coletivas de imprensa. Eurico propôs a redução de ingressos e bagunçou o cenário político do Flamengo. Revoltado com a imposição da Ferj e do dirigente vascaíno, apoiada por 12 clubes, o então vice de marketing, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, cobrou atuação mais forte do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello.

 

O tom político utilizado pelo presidente rubro-negro e a costura de um acordo para um jogo no Maracanã contra o Barra Mansa mesmo após abandonar uma reunião em fora xingado por Rubens Lopes irritaram Bap. Um dos cabeças do grupo eleito no fim de 2012, o dirigente deixou o Flamengo, rompeu com Bandeira e promete fazer oposição ao mandatário. O cenário azul da eleição rubro-negra, no fim deste ano, tornou-se cinzento. Indiretamente, com influência de Eurico Miranda.

 

No toma lá, dá cá de notas oficias do futebol carioca, até mesmo o moderado presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, eleito em dezembro, entrou na dança. Irritado por ter sua atuação ao lado da Ferj na guerra com Flamengo e Fluminense contestada por Peter Siemsen, o presidente alvinegro também disparou contra mandatário tricolor via nota oficial.

 

Nas correntes políticas de clubes rivais, como Flamengo e Fluminense, muitos viram o retorno de Eurico como um sinal de alerta. Os problemas eram considerados até previsíveis. Mas Eurico deixou o cenário em meados de 2008. Em uma década, a renovação de cartolas no futebol carioca existiu, mas grande parte jamais havia conhecido de perto a personalidade de Eurico. Até mesmo o Consórcio Maracanã o encarou com ressalvas, embora analise que se trate de um adversário que deixa claras suas prioridades.

 

Ao se eleger novamente presidente do Vasco, Eurico Miranda por vezes utilizou o bordão "o respeito voltou", referindo-se à sua atuação à frente do Vasco, combalido após anos temerários de Roberto Dinamite no poder. Mas ao voltar com o respeito para o Vasco, Eurico voltou também ao seu modo, com influência direta no terremoto que assolou o tabuleiro político do futebol carioca no início deste ano.

 

 

 

 

 

Fonte: ESPN       /Foto: Gazeta Press

Para Silas, Marinho estava merecendo o gol pelo futebol apresentado nos últimos jogos. Contra o Botafogo-PB de acordo com o técnico, ele atuou muito bem.

 

Ele lembrou ainda que, antes, a torcida pedia apenas Assisinho e agora nas substituições também cobra Marinho em campo. 

- Isso é fruto do trabalho dele. Estamos fazendo a mesma coisa com o Robinho, com o Eloir. O Wescley foi muito bem também. Futebol é isso. Quando se tem dois bons por posição, é muito bom. Não se vai jogar bem sempre. Vai ter dia que não vai render. Marinho foi premiado com um gol e a entrada do Magno Alves - comentou. 

Silas finalizou apontando as razões pelas quais o Ceará não fez melhor atuação, apesar da vitória. 

- A primeira, a chuva. Choveu muito na madrugada, durante o dia, o campo estava pesado. E a segunda, foram três jogos em seis dias. É complicado. Tem que deixar Magno Alves fora do time porque três jogos em seis dias não é ruim só para o Magno, é ruim para todos. Não se consegue apresentar ao público um produto de qualidade. A gente sofre e quem é mandado embora é sempre o treinador - resumiu. 

 

 

 

 

Fonte: Globo Esporte-CE 

O Fortaleza garantiu a classificação antecipada para a segunda fase da Copa do Nordeste ao vencer o Botafogo-PB por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, no Estádio Almeidão, em João Pessoa.

 

O único gol da partida foi marcado pelo zagueiro Lima, no segundo tempo. Já o Belo conheceu a sua quarta derrota em cinco jogos na competição regional, confirmando a pior campanha entre os 20 times que disputam a edição deste ano.

O resultado levou o Tricolor do Pici aos 11 pontos, garantindo a vaga nem que seja como um dos três melhores segundos colocados. Foi também a terceira vitória seguida sob o comando de Marcelo Chamusca. 

Na próxima rodada, semana que vem, tem o clássico com o Ceará, que vale o primeiro lugar na chave. Já o Botafogo-PB se despede da competição diante do também eliminado River, em Teresina.

Primeiro tempo amarrado e com muitas faltas

Com o Fortaleza precisando da vitória para garantir a classificação à segunda fase, e com o Botafogo-PB já eliminado, era de se esperar um certo predomínio do time cearense. Mas não foi o que aconteceu. Com um primeiro tempo amarrado, com muitas faltas (e cartões), foi o Belo que rondou mais o campo ofensivo.

Uma ligeira supremacia que nem de longe ameaçou o gol de Deola. Apesar de ter mais posse de bola, o time paraibano só arriscou chutes de fora da área, principalmente com Chapinha. Do lado do Tricolor do Pici, a aposta era encaixar um contra-ataque e colocar vantagem. Algo que ficou ainda mais complicado depois que Daniel Sobralense deixou o campo, com uma lesão muscular.

Assim, o 0 a 0 dos primeiros 45 minutos acabou sendo o resultado mais justo - o que não era nem tão ruim para o Fortaleza, mas que só aumentava a desconfiança do torcedor do Botafogo-PB com o seu time.

Tricolor marca e se garante na 2ª fase

O segundo tempo começou com o Belo pressionando. Em apenas dois minutos, o goleiro Deola fez duas importantes defesas, em finalizações de Chapinha e Rafael Oliveira.

Mas, assim como aconteceu nos jogos anteriores, o Botafogo-PB ficou no "quase". O Fortaleza, por sua vez, foi bem mais efetivo. E coube ao zagueiro Lima marcar o gol da classificação. Aos 14 minutos, ele subiu mais do que a defesa paraibana e testou sem defesa para Genivaldo.

Era o gol que decidiria a partida. Porque o Botafogo não tinha mais forças para reagir. Nem as entradas de Fábio Gama e Juninho melhoraram a produção ofensiva - definitivamente, o grande problema do time na Copa do Nordeste. E o Tricolor, com campo aberto, teve até chance de sair do Almeidão com um resultado mais amplo.

Não precisou. A vitória de 1 a 0 serviu direitinho para os cearenses deixarem João Pessoa classificados. E ainda com a possibilidade de eliminar o rival Ceará, na última rodada do Grupo D.

 

 

 

 

 

Fonte: Globo Esporte-CE

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